quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Preceitos para a felicidade






Vivemos em um mundo de regras. Há regras no trabalho, casa, trânsito, escola, amizades e até em relacionamentos. É inevitável fugir delas, pois para onde quer que corramos sempre haverá algo que nos é vedado. Por mais que algumas pessoas as reneguem, sua importância para o ser humano é indiscutível.
Imagine-se vivendo em um mundo sem regras, onde tudo é permitido. A ordem e o respeito certamente não fariam parte desse devaneio, afinal, se existem regras, estas foram para impor limites e manter a ordem. Partindo desse ponto de vista podemos perceber que leis foram fundamentais para manter a convivência humana até o presente século. Diferente do que podem pensar os anarquistas ou afiliados a estes, leis não foram feitas para restringir o nosso acesso a coisas boas, e sim para nos proteger de algo que futuramente iria nos fazer mal.
Exemplo claro disso são as leis de trânsito. Se não houvesse limites de velocidade, faixas de pedestres e semáforos o caos que se instauraria e haveria muitos acidentes e mortes ( mais do que acontecem hoje em dia).
Assim também foi no Éden quando Deus impôs um limite aos seres humanos

“...E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”Gen. 2:16-17

Como podemos ver claramente, Deus não impôs regra alguma exceto a comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Para leitores de superfície, não haveria nada de mal em render-se à vontade de comer uma “simples” fruta, pois afinal se era agradável aos olhos e ao paladar e não continha nenhuma substância prejudicial ao corpo, realmente era boa para se comer, e pareceria um tanto egoísta da parte divina privar o ser humano desse bem.
Porém, ao relermos o texto com mais atenção pode-se perceber a presença de um aviso acompanhado de um motivo.
Paremos um pouco para refletir. Se Deus quisesse apenas impôr Sua autoridade perante nós, seres humanos, usaria apenas um não desprovido de explicações ou causas. Mas o que vemos é algo sublime: o Criador no papel de Pai preocupado com o futuro de seus filhos. Pois assim como um pai adverte seu filho à não mexer no fogo, imaginando a possibilidade deste se queimar, assim Deus advertiu o ser humano pensando nas tragédias e todo o caos que isso geraria. Se um pai terrestre pode prever as consequências ruins das ações de seu filho que dirá Deus, o criador de todos nós, que vê o final desde o principio?

Assim, Deus, no papel de Pai Criador que sabe exatamente o que pode nos fazer mal, criou 10 preceitos pensando em manter nossa felicidade. Mais do que regras, os Dez Mandamentos são principios de vida e caráter, coisas básicas para conseguirmos viver bem com Deus, com a sociedade ( ou seja, com todos) e com nós mesmos.

Deus foi tão bom, que mesmo sabendo de todos os nossos pecados, tendo consciência que os mesmos pelos quais Ele morreria iriam o trair e rejeitar, nos deu a “receita” para uma vida feliz! Basta apenas ouvirmos a Sua suave voz sussurar através de Sua lei, e Seu amor irá resplandecer sua vida!
Quer você hoje aceitar os Dez Mandamentos como fruto do imenso amor de Deus por nós, e tê-los como preceitos para a felicidade? Eu quero, e tornarei isso o meu compromisso pessoal.^^